Por: Matheus Fiurin Ribeiro
Quando eu era pequeno, meu avô sempre dizia para ”levar boa ação sempre para a frente”, e eu não entendia muito bem. Atualmente, vez ou outra revisito essa memória, e percebo que ele falava do valor de fazer o bem ao próximo, prática que hoje reconheço no voluntariado.
Muito além de doar dinheiro, ou de grandes ações para gerar transformações positivas para o próximo, às vezes, tudo que o outro precisa é de você. Seja por meio de doação de sangue, organizar doações de agasalhos e alimentos ou até mesmo a presença, visitando asilos ou casas de passagem. Vemos que com pequenas iniciativas, quando somadas, geram grandes transformações pessoais e sociais, e que o valor da ajuda não está no esforço de quem doa, mas na transformação de quem recebe.
O voluntariado constantemente nos convida a olhar nossos problemas pessoais e privilégios, pois nos força a olhar uma outra realidade do que a nossa, e dessa forma, criando e construindo propósito em ajudar o próximo, rompendo barreiras sociais e culturais, fortalecendo vínculo entre pessoas que muitas vezes nunca se conheceriam. Por isso, ele é uma ferramenta poderosíssima para gerar impacto positivo em nós e nos outros à nossa volta.
Por meio do voluntariado, fazer o bem torna-se acessível a todos, já que cada pessoa pode oferecer algo, mesmo que seja apenas sua presença. A frase do meu avô, pequena, mas poderosa, transformou-se em um compromisso pessoal de agir em favor do próximo e, convido a todos a fazer o mesmo, para que o voluntariado continue sendo compreendido e praticado pelas gerações futuras, aumentando a corrente do bem.





